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Volta às aulas pode deixar moradores do Mandela novamente desabrigados

A 30 dias do início das aulas de escolas do município, destino de moradores do Mandela que estão residindo temporariamente na escola Maestro João Corrêa Ribeiro é incerto.

Apesar da previsão otimista com relação ao andamento da construção das casas de q

Apesar da previsão otimista com relação ao andamento da construção das casas de quem perdeu tudo, da Comunidade do Mandela, pelo menos 15 famílias, que estão abrigadas na Escola Municipal Maestro João Corrêa Ribeiro, podem a ficar desabrigadas mais uma vez.

Com o retorno do ano letivo nas escolas do município marcadas o dia 15 de fevereiro, o destino das famílias que ocupam salas da unidade ainda é incerto. Segundo a Agência Municipal de Habitação e Assuntos Fundiários (Emha) informou, que tudo estaria resolvido antes do início do ano letivo. Veja a nota na íntegra:

“Atualmente, 15 famílias encontram-se abrigadas na Escola Municipal Maestro João Corrêa Ribeiro. Estima-se que os terrenos destinados a essas famílias serão disponibilizados antes do início do ano letivo, permitindo o reassentamento antecipado nos locais previamente sorteados”.

No entanto, conforme noticiado anteriormente, o engenheiro Civil e Ambiental responsável de obra Gustavo Souza Castro, da VBC Engenharia, explicou que a obra segue um cronograma e a previsão para a entrega das casas no José Tavares e Talismã é para novembro de 2024.

Sobre andamento das obras no Iguatemi I e II, o engenheiro explicou que não estão adiantas por conta da falta da regularização de documentação. Além disso, a Prefeitura até o momento não divulgou se conseguiu encontrar a quinta área para a construção das casas remanescentes.

“A Agência ainda está conduzindo um estudo de viabilidade para determinar a quinta área na qual as famílias serão realocadas.”, informou a Ehma.

Previsão

Reunião no Plenarinho no dia 21 de novembro de 2023

No dia 21 de novembro, em reunião no Plenarinho na Câmara Municipal de Campo Grande, com a presença de vereadores, lideranças da comunidade, outras entidades e representantes das concessionárias de luz e água, a prefeita Adriane Lopes estimou que a obra seria entregue entre 6 a 8 meses.

Assim como ficou estipulado um prazo de 10 dias para preparação dos terrenos no que trata de divisão dos lotes, ligação do esgoto e luz. Deste modo, as famílias que optassem por esperar as residências ficarem prontas poderiam ficar no fundo do terreno.

Cerca de 45 dias após a reunião no Plenarinho a situação é completamente diferente. No dia 4 de janeiro, quando a reportagem visitou as obras, estavam realizando a fundação dos lotes no bairro José Tavares.

Apesar de postes de luz terem sido instalados no local, eles são para uso exclusivo das máquinas, conforme explicou o engenheiro responsável de obra Gustavo Souza Castro. Enquanto a obra não esteja com 90% do cronograma concluído, por questões técnicas não é possível realizar a instalação dos postes de luz nas residências. Até para evitar eventuais erros que podem comprometer as residências.

Os trabalhos da patamarização que tiveram início em dezembro precisam ser concluídos ainda em janeiro, quando deve iniciar a parte da fundação que tem a estimativa de conclusão ainda esse mês ou fevereiro. A parte da alvenaria pode iniciar em março e se tudo correr dentro do esperado, com a finalização em abril.

Cronograma

O cronograma físico do José Tavares com 44 unidades produzido pela VBC Engenharia com exclusividade ao Correio do Estado demonstra o andamento das obras. As linhas horizontais correspondem o decorrer dos meses de dezembro de 2023 até outubro de 2024.

Sendo que novembro não consta no cronograma por ser o mês da entrega da obra que pode ser feito no dia 1º ou dia 30. Antes da entrega existem diversas fases como serviços preliminares:

Água

Energia

Consumo

Vigia de obra

Administração da obra

Mestre, encarregado, engenheiros

Melhorias

No José Tavares está prevista a revitalização do campo de futebol, que chegou a ser motivo de protesto da comunidade, com relação à construção devido à área ser um local de lazer para a comunidade. Trata-se de um campo de futebol e uma pista no entorno que precisou ser removida.

Está prevista a instalação de iluminação no campo de futebol, plantio de árvores, horta comunitária, a implementação de uma academia ao ar livre e a construção de um centro comunitário e a pista para caminhada no entorno. Apesar da reportagem ter solicitado a planta do urbanismo com as devidas modificações, não obteve resposta.

Quem perdeu tudo, da Comunidade do Mandela, pelo menos 15 famílias, que estão abrigadas na Escola Municipal Maestro João Corrêa Ribeiro, podem a ficar desabrigadas mais uma vez.

Com o retorno do ano letivo nas escolas do município marcadas o dia 15 de fevereiro, o destino das famílias que ocupam salas da unidade ainda é incerto. Segundo a Agência Municipal de Habitação e Assuntos Fundiários (Emha) informou, que tudo estaria resolvido antes do início do ano letivo. Veja a nota na íntegra:

“Atualmente, 15 famílias encontram-se abrigadas na Escola Municipal Maestro João Corrêa Ribeiro. Estima-se que os terrenos destinados a essas famílias serão disponibilizados antes do início do ano letivo, permitindo o reassentamento antecipado nos locais previamente sorteados”.

No entanto, conforme noticiado anteriormente, o engenheiro Civil e Ambiental responsável de obra Gustavo Souza Castro, da VBC Engenharia, explicou que a obra segue um cronograma e a previsão para a entrega das casas no José Tavares e Talismã é para novembro de 2024.

Sobre andamento das obras no Iguatemi I e II, o engenheiro explicou que não estão adiantas por conta da falta da regularização de documentação. Além disso, a Prefeitura até o momento não divulgou se conseguiu encontrar a quinta área para a construção das casas remanescentes.

“A Agência ainda está conduzindo um estudo de viabilidade para determinar a quinta área na qual as famílias serão realocadas.”, informou a Ehma.

Previsão

Reunião no Plenarinho no dia 21 de novembro de 2023

No dia 21 de novembro, em reunião no Plenarinho na Câmara Municipal de Campo Grande, com a presença de vereadores, lideranças da comunidade, outras entidades e representantes das concessionárias de luz e água, a prefeita Adriane Lopes estimou que a obra seria entregue entre 6 a 8 meses.

Assim como ficou estipulado um prazo de 10 dias para preparação dos terrenos no que trata de divisão dos lotes, ligação do esgoto e luz. Deste modo, as famílias que optassem por esperar as residências ficarem prontas poderiam ficar no fundo do terreno.

Cerca de 45 dias após a reunião no Plenarinho a situação é completamente diferente. No dia 4 de janeiro, quando a reportagem visitou as obras, estavam realizando a fundação dos lotes no bairro José Tavares.

Apesar de postes de luz terem sido instalados no local, eles são para uso exclusivo das máquinas, conforme explicou o engenheiro responsável de obra Gustavo Souza Castro. Enquanto a obra não esteja com 90% do cronograma concluído, por questões técnicas não é possível realizar a instalação dos postes de luz nas residências. Até para evitar eventuais erros que podem comprometer as residências.

Os trabalhos da patamarização que tiveram início em dezembro precisam ser concluídos ainda em janeiro, quando deve iniciar a parte da fundação que tem a estimativa de conclusão ainda esse mês ou fevereiro. A parte da alvenaria pode iniciar em março e se tudo correr dentro do esperado, com a finalização em abril.

Cronograma

O cronograma físico do José Tavares com 44 unidades produzido pela VBC Engenharia com exclusividade ao Correio do Estado demonstra o andamento das obras. As linhas horizontais correspondem o decorrer dos meses de dezembro de 2023 até outubro de 2024.

Sendo que novembro não consta no cronograma por ser o mês da entrega da obra que pode ser feito no dia 1º ou dia 30. Antes da entrega existem diversas fases como serviços preliminares:

Água

Energia

Consumo

Vigia de obra

Administração da obra

Mestre, encarregado, engenheiros

Melhorias

No José Tavares está prevista a revitalização do campo de futebol, que chegou a ser motivo de protesto da comunidade, com relação à construção devido à área ser um local de lazer para a comunidade. Trata-se de um campo de futebol e uma pista no entorno que precisou ser removida.

Está prevista a instalação de iluminação no campo de futebol, plantio de árvores, horta comunitária, a implementação de uma academia ao ar livre e a construção de um centro comunitário e a pista para caminhada no entorno. Apesar da reportagem ter solicitado a planta do urbanismo com as devidas modificações, não obteve resposta.

 

Fonte CE.

Redação Gdsnews.

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